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domingo, 22 de outubro de 2017

Filme o Fisico

sábado, 26 de agosto de 2017

SICKO - SOS Saude - Michael Moore completo legendado

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Próximos Eventos

                                 CURSO DE MASSAGEM TERAPÊUTICA EM CRIANÇAS


O Objetivo do curso é ajudar pais, professores, babás, entre outros cuidadores, a aliviar os sintomas de algumas patologias mais comuns em crianças, a qualquer momento e situação, utilizando uma técnica japonesa denominada Shonishin.Investimento: R$ 500,00 ,Público Alvo: Pais,Professores e Babás.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Como ajudar o filho mais velho a não ter ciúmes do bebê

Antes era tudo dele: a atenção e o amor dos pais não precisavam ser divididos com mais ninguém. Mas de repente a criança precisa lidar com a chegada de um novo bebê, um irmãozinho.
Além de ver a barriga da mamãe crescer, ele vê um novo quarto (ou até o dele!) ser arrumado, vê a atenção que parentes e amigos dão à mãe e os presentes antes destinados a ele começam agora a chegar também para esta pessoa que ele ainda não conhece. A mãe, antes sempre disponível, já não pode pegá-lo sempre no colo, por conta do tamanho da barriga e da indisposição normal da gravidez.
Não é difícil imaginar que a criança poderá achar que irá perder o carinho dos pais: a pouca idade também significa que seu filho não sabe controlar totalmente as emoções e angústias, e por isso é preciso saber prepara-lo para o momento da chegada do irmãozinho e, principalmente, fazê-lo curtir este momento tão especial.
Muitas crianças voltam nesta fase a fazer xixi na cama, chorar muito, fazer birra e aprontar com o objetivo de despertar a atenção dos pais, tornando-se até agressivas.

Para que a sua segunda gravidez seja tranquila e o seu filho aguarde com ansiedade assim como você a chegada de um novo bebê, Gestação Bebê tem algumas dicas:


  • Não esconda nada do seu filho. Desde o início explique que ele irá ganhar um irmãozinho e responda a todas as suas dúvidas, que serão muitas a partir deste momento.
  • Faça com que ele participe deste momento: quando souber o sexo do novo bebê, peça opiniões sobre nomes. Peça ajuda para decorar o quarto e escolher as roupinhas, além do tema do chá de bebê.
  •  Mostre ao seu filho que precisará da ajuda dele para cuidar do bebê. Na troca de fraldas, peça que ele traga todo o material necessário. Na hora do banho, peça para ele ficar por perto para ajudar na segurança do bebê. Faça-o sentir uma peça fundamental na vida do irmão.
  • Explique para o seu filho que nos primeiros meses de vida do novo bebê eles não poderão brincar juntos porque ele ainda será muito pequeno, e que nesse período você terá que dar muita atenção para o bebê, porque ele precisa de muitos cuidados, exatamente como foi quando ele mesmo nasceu.
  • Mostre a ele que ele e o irmãozinho serão grandes amigos e terão muito tempo para brincar juntos, mas que será preciso aprender a dividir os brinquedos e o espaço que antes era apenas dele.
  • Faça planos. Diga a ele o que vocês farão quando a família estiver maior.
Fonte: Site Gestação bebê



domingo, 6 de novembro de 2016

Jogo do Silêncio ensina Crianças a terem Calma e Concentração

Quem acha que toda brincadeira infantil tem que ser barulhenta precisa conhecer o Jogo do Silêncioatividade que estimula a criança a permanecer por um tempo, em geral 1 minuto, sem fazer nenhum ruído, para que possa prestar atenção ao próprio corpo e ao ambiente ao redor.
Em um mundo cheio de estímulos sonoros, parece inacreditável que a proposta funcione, mas Paige P. Geiger, diretora do Centro de Educação Montessori de São Paulo, afirma que as crianças adoram participar da brincadeira, que traz benefícios como o aumento da concentração, da disciplina, da tranquilidade e do autocontrole.
"O senso comum parece acreditar que uma criança feliz seja necessariamente barulhenta e bagunceira, mas isso não é verdade. Quando convidamos as crianças ao silêncio, elas se sentem muito bem, pois percebem que são capazes de se controlar e de ouvir sons que antes não ouviam, e isso gera prazer."
 O jogo foi desenvolvido pela pedagoga italiana Maria Montessori, que, no século 20, criou um método educacional conhecido por valorizar a individualidade e a liberdade da criança e estimular suas percepções sensoriais e motoras.
Maria Montessori gostava de experimentar e, certa vez, mostrou a seus alunos como era quieto um bebê de quatro meses, desafiando-os a fazerem o mesmo. O resultado foi bastante satisfatório e, desde então, a técnica vem sendo aplicada nas escolas que seguem sua linha pedagógica em diversos países do mundo."

Segundo Paige, a reflexão e o silêncio estão muito presentes na filosofia montessoriana. "O jogo é praticado todos os dias, às vezes, mais de uma vez. Trata-se de um momento de paz e de reflexão, que contribui para a formação de um ser humano calmo, equilibrado e focado."
A criança tem uma percepção temporal diferente do adulto, por isso a atividade, que lembra um exercício de meditação em menor escala, dura apenas 1 minuto. Durante esse período, elas podem permanecer de olhos fechados, se conseguirem, ou contemplando um objeto, como uma vela ou planta.
Paige diz que, no início, a atividade pode exigir algum esforço das crianças menores, mas logo elas se acostumam e passam a gostar. "É importante frisar que o exercício não é usado para acalmar a classe, muito menos como medida disciplinar. Trata-se de uma das diversas práticas realizadas em sala de aula. Há também o tempo de cantar e de se movimentar."
Para dar início à atividade, os professores, ou mesmo os pais, podem usar uma placa na qual se lê a palavra silêncio. "As crianças vão se aquietando, sentam-se calmamente e passam a seguir os movimentos do adulto que pode, por exemplo, apontar algumas partes do corpo, para que os alunos treinem a consciência corporal. Depois de algum tempo, nós sussurramos cada nome para que se aproximem devagar, treinando sua percepção auditiva."
Quando o exercício utiliza uma vela, após o sussurrar o nome da criança, ela pode assoprá-la, como acontece no vídeo.

Paige afirma que, em um primeiro momento, as crianças prestarão mais atenção ao próprio corpo, sentindo e entendendo seus movimentos. "Aquelas que já desenvolveram essa percepção, começam a sentir o ambiente externo."
Assim que o jogo termina, as crianças experimentam uma sensação de bem-estar e relaxamento.
"Com a prática, naturalmente, elas passam a fazer menos barulho em sala de aula e também em casa, além de demonstrarem grande respeito pelo ambiente e pelos outros."
Fonte:http://www.saudecuriosa.com.br/

9 exercícios para aliviar as dores da gestação

Conheça 9 exercícios para aliviar as dores da gestação e ainda manter a forma com qualidade de vida.
Durante a gravidez, o corpo da gestante passa por diversas mudanças. Com estas transformações, muitas mamães se queixam de dores musculares e na região pélvica. Para aliviar os incômodos, existem alguns exercícios bem simples. Confira 10 exercícios para aliviar as dores da gestação.
Alongamento do tronco
Para aliviar as dores nas costelas, sente-se em uma cadeira, dê a si mesmo um abraço, mantenha seus quadris para frente e gire seu tronco para esquerda. Mantenha esta posição por 30 segundos e depois gire seu tronco para direita. Repita por 4 vezes.
Ponte
Deitada, dobre ambos os joelhos com os pés planos. Aperte o bumbum e o levante. Mantenha a posição por três segundos, repita 15 vezes. Este exercício é ideal para reforçar a segurança dos músculos.

Alongamento deitado
Na gestação, seus seios tornam-se maiores, o peso na região pode sobrecarregar sua coluna na parte superior, criando dores, pressões e fisgadas. Para aliviar as dores na coluna, alterne a posição sentada (como na imagem) e estique seus braços e pernas até ficar completamente deitada. Repita por 5 vezes.
Postura
Normalmente a barriga desloca seu centro de gravidade para fora do seu corpo. Muitas vezes, sem perceber, você deixa seus músculos de volta ser puxado para a frente em uma postura corcunda, fazendo a parte inferior das costas com pressão, e dolorosa.
Para aliviar a dor na lombar, organize suas diferentes partes do corpo em perfeito alinhamento de cima para baixo. Role os ombros para trás e levante sua caixa torácica. Posicione sua cabeça para que seus ouvidos fiquem alinhados com seus ombros. Contraia os músculos abdominais o mais reto possível e achate as costas para posicionar os quadris. Para um melhor apoio e equilíbrio, fique com os joelhos flexionados ligeiramente. Fique nesta posição o quanto conseguir.

Balanço Pélvico
As inclinações pélvicas (também chamadas de “balanço pélvico”) servem para fortalecer os músculos abdominais. Elas podem aliviar a dor nas costas e ajudar a melhorar a postura. Desça em posição de 4, em 4 apoios. Mantenha os cotovelos levemente flexionados e costas planas. Contraia os músculos abdominais e faça movimentos circulares com sua pélvis. Mantenha a posição por 5 segundos. Repita 10 a 20 vezes.
Alongamento das costas
Os músculos abdominais e das costas normalmente trabalham juntos para apoiar o meio do nosso corpo. Com as mudanças no corpo da gestante, os músculos abdominais se tornam cada vez mais frouxos, a fim de acomodar um útero em crescimento, os músculos das costas se desgastam mais neste período. Em pé, mantenha a posição ereta com as mãos na altura dos seios, curve-se para frente até  friccionar a barriga. Mantenha esta posição por 10 segundos e retorne à postura ereta. 
Pose do triângulo
Para aliviar as dores e estender costas e pernas, levante os braços à altura do ombro e para os lados, as palmas voltadas para frente. Dobre o corpo para um dos lados, colocando a mão sobre sua canela ou no tornozelo, e a outra como se você fosse estender o braço em direção ao teto, com a palma da mão virada para a frente. Vire a cabeça para olhar para teto. Mantenha a posição por 10 a 30 segundos. Repita no lado oposto.

Elástico de exercícios
Com o auxílio do elástico para exercícios físicos também é possível aliviar as dores inferiores das costas, muito comum nas gestantes. Fique em pé com seu pé esquerdo sobre uma extremidade do elástico de exercícios. Segure a outra alça com as duas mãos na altura do peito na sua frente e gire os ombros para a esquerda. Puxe o elástico para a direita, terminando com as mãos na altura do ombro. Faça 10 repetições, em seguida, repita com pé direito.
Pesinhos
Este exercício será essencial para  se livrar das dores na coluna. Fique de pé com os pés um pouco distanciados, o pé direito na frente do esquerdo. Segure um pesinho em cada mão, os braços estendidos para os lados. Dobre para a frente a partir dos quadris, parando quando seu corpo começar a se inclinar. Estenda os braços para a posição inicial.

IMPORTANTE: Comunique seu médico e busque orientação de um profissional da área antes de iniciar qualquer exercício físico durante a gravidez.
Fonte:Site Gestação Bebê.




Meu filho fala palavrão, e agora?

Não sabe qual a melhor forma de agir na hora que o seu filho fala um palavrão?
Pelo mesmo método com o qual adquirem praticamente todas as outras palavras do seu vocabulário, as crianças repetem os xingamentos que ouvem por aí mesmo sem saber seu significado. Claro que, dependendo da idade do seu filho, ele já sabe que um palavrão é um palavrão, mesmo que não entenda exatamente o que ele significa segundo o dicionário. Se isso anda acontecendo aí na sua casa, você deve estar se perguntando qual o 
melhor jeito de reagir quando seu filho solta uma dessas.
Para a pedagoga Maria Angela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a solução é ajudar os pequenos a encontrar outras maneiras de se expressar sem ficar repetindo “não pode, não pode, não pode” – como é bem possível que você já tenha percebido por experiência própria, isso não adianta nada. O que fazer, então?

Desestimule sem repreender

Uma criança de 2 anos muito provavelmente vai repetir palavrões que escutou da boca de algum adulto (quem sabe até da sua própria) só por repetir, assim como repete várias outras palavras o tempo todo – é parte do seu processo de estabelecimento da linguagem. Nessa idade, as crianças se divertem muito mais falando palavras escatológicas como “xixi” e “cocô”, porque elas coincidem com a fase psíquica que estão vivendo. Se for o caso do seu filho, a melhor solução é fingir que não ouviu para não ensiná-lo que, falando aquela palavra, ele consegue chamar a sua atenção.
Por volta dos 3 ou 4 anos a coisa já é diferente: mesmo sem saber o que a palavra significa, a criança já consegue entender que ela é ofensiva, e que é errado falar esse tipo de palavra. Nesses casos, a psicóloga Deborah Patah Roz, do Hospital das Clínicas de São Paulo, acredita que os pais não devem ficar bravos, mas compreender que é uma fase normal da criança (assim como a fase das palavras escatológicas). O melhor a fazer é explicar com calma e quantas vezes for necessário que aquela palavra não deve ser dita.
A psicóloga também ensina que não é necessário nem vantajoso explicar o que a palavra significa – isso pode tornar o palavrão ainda mais interessante. Se precisar, diga que é uma palavra inventada, mas deixe claro que é feia e que as pessoas não gostam de ouví-la.

Não dê importância ao palavrão

Se você perceber que seu filho está repetindo um palavrão só para chamar a atenção ou porque percebeu que é algo incômodo e gosta da sua reação, ignore. Com o tempo, ao perceber que você não reage como ele esperava, o palavrão vai perder a graça.
Outra dica importante é não rir – por mais fofo ou engraçado que seja aquela coisinha pequena pronunciando uma palavra pesada que ela não tem nem ideia do que significa, a criança não vai saber que você riu por impulso, e vai associar essa reação positiva à palavra. Isso pode levá-la a repetir o palavrão para fazer graça para outros adultos.

Imponha limites

Se você já explicou, já ignorou, e seu filho continua falando palavrões e causando constrangimentos fora de casa, faça valer suas regras. A pedagoga Maria Ângela Carneiro sugere tirar alguma coisa da criança – deixá-la sem assistir desenhos, tirar a sobremesa, etc.
Outra ideia é utilizar um ‘jarro do palavrão‘: cada vez que seu filho diz uma palavra feia deposita uma moeda no jarro (e não pode pegá-las de volta depois). Se seu filho ainda é muito pequeno e não usa moedas de verdade, você pode fazer fichinhas que ele deposita no jarro cada vez que fala um palavrão, e quando as fichas atingirem um certo número ele perde algum benefício. O mesmo vale para os crescidos – se você acha que os adultos que convivem com a sua família falam muito palavrão e isso está estimulando seu filho a usar palavras pesadas no cotidiano também, faça os adultos depositarem uma moeda no jarro cada vez que soltarem uma palavra inapropriada na frente da criança.

Ofereça outras alternativas

Não importa a idade do seu filho, ensine a ele outras palavras mais leves para extravasar. Se a criança já sabe ler, pode ser legal usar um dicionário para pesquisar outras palavras que ela pode usar quando estiver brava ou se sentindo injustiçada, por exemplo – assim você tira o foco do palavrão e transforma o momento em uma conversa agradável sobre palavras e sentimentos!
Se seu filho for bem pequeno, pode ser que esteja repetindo ou até cantarolando um palavrão que ouviu por aí só pra se divertir. Se for o caso, ensine a ele outra palavra divertida, como ‘abracadabra’, ou mesmo um versinho ou trava-língua.
Outra boa sugestão é criar um ‘palavrão mágico‘ – uma palavra ou expressão inventada que a criança tem permissão para falar quando quiser “xingar”. No seu livro “Crianças francesas não fazem manha”, a autora Pamela Druckerman conta que em Paris existe uma expressão que as crianças aprendem já na escola e que é um ‘palavrão de criança’ (algo como ‘cocô-linguíça’) – dessa forma as crianças não se sentem tão atraídas pelos palavrões dos adultos.
E você, como fez quando seu filho começou a falar palavrões? Compartilhe com a gente seu jeito de lidar com o problema!

Fonte :Site Gestação Bebê

O QUE FAZER COM CRIANÇAS QUE MORDEM

Para que as mordidas não aconteçam

Estimule situações comunicativas, pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão, aos poucos, substituir as dentadas.

Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas.

Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos.

Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra.

Se houver uma que costuma morder com mais freqüência, fique próximo dela. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto.

Mas, se elas acontecerem

Antes de tudo, cuide de quem sofreu a mordida e o acolha.

Se quem mordeu tiver mais de 3 anos, chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as conseqüências de sua ação. Não brigue, mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor.

Analise os contextos e a freqüência desse comportamento e investigue as causas.

Nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo.

Ao contrário, procure ajudá-la a mudar de atitude.

Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida, não revele o nome do colega que causou o machucado, mas explique as providências tomadas.

Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com freqüência.

Como agir em caso de engasgo do bebê


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Conselhos da Ezofrênia

Realmente algumas empresas estão desenvolvendo habilidades incríveis para driblar a crise.
Como não está fácil para ninguém,descobri o que algumas empresas estão fazendo para gerar receita e substituir a falta da clientela,estão vendendo para os desempregados,como assim?vou contar uma história, rapidinho, não é para dormir,e sim para acordar.
Ezofrênia, a protagonista de algumas histórias antigas desse blog, ainda está desempregada, opa!, a atualmente a expressão é buscando recolocação no mercado, mas, desta vez as dificuldades também sofreram reformas,enfim(junto,porque é um advérbio de tempo que tem o mesmo sentido de finalmente),o currículo foi selecionado para a vaga de massagista em um Spa,pouco conhecido.
Saltitante,pesquisou no Google maps,fez funilaria e pintura com as maquiagens da 25 de março,ideais para um visual comportado e dentro do orçamento e seguiu para a tão almejada entrevista.
A recrutadora fez algumas perguntas padrão:
-Onde você mora dona Ezofrênia?
-Zona leste.Retrucou a nossa heroína.
-De quantas conduções você precisa para chegar ao trabalho.
-Ônibus e metrô?Continuou.
Após analisar o currículo,prosseguiu:
-Agora vou apresentar a nossa empresa para você.Trabalhamos com a classe A.A.A, e temos vagas para várias unidades,amanhã terei uma reunião com os diretores da empresas,e até o final do dia,dou um retorno,na semana que vem começamos o treinamento com duração de 19 dias.
-Ezofrênia,interrompeu:
-Mesmo que o feedback seja negativo,vocês avisam?
-Claro!
-Vocês fornecem o vale transporte e alimentação durante o treinamento?
-Vou ser bem realista,antigamente nós pagávamos os custos,porém várias pessoas desistiam no último dia e deixavam a empresa na mão,por isso,agora o candidato arca com os custos,mas temos parcerias que garantem o desconto na refeição.
Ezôfrenia pensou por alguns instantes,sobre o porquê de tanta desistência,mas continuou ouvindo atentamente.
-Você também devem assinar um contrato comprometendo-se a trabalhar com a gente durante 6 meses,para que o treinamento não seja em vão.Reforçou a recrutadora.
Após as considerações finais,despediram-se (aposto que você também quer fazer o mesmo )
Ezofrênia lembrou-se da aula de história da 5ª série,sobre a escravidão, ficou desapontada,pois se fosse casada bastava formular um contrato com o marido para o mesmo paga-la para cozinhar,lavar e passar.