domingo, 14 de março de 2021
VIAGEM A CHINA 2008
sábado, 14 de novembro de 2020
Mediante a solicitação de alguns leitores,este post, é uma explanação sobre como é crucial saber a diferença entre profissão e ocupação, bem como o impacto do conhecimento de cada um dos temas, na gestão da carreira.
Inicialmente, faz-se necessário vincular o termo pedagogia, aos métodos e estratégias educacionais que devemos utilizar para conseguir um lugar no disputado mercado de trabalho.
Sabemos que atualmente, temos um impasse, por um lado, as empresas reclamam de falta de mão de obra qualificada, não contratam ninguém sem experiência e ainda fazem algumas exigência alienígenas, como por exemplo, possuir veículo próprio,diploma de medicina para vendedor de produtos relacionados à saúde, entre outras imposições proibidas para esse horário.
Por outro lado, os candidatos investem maciçamente em educação, porém os cursos disponíveis parecem insuficientes e não garantem a tão almejada vaga,nesta disputa tão acirrada.
E agora, quem poderá nos defender?Como adquirir experiência sem oportunidade?Como conseguir colaboradores qualificados?Quais as vantagens de cada curso?
Um boa ferramenta para sanar todas essas dúvidas senhores, é sem dúvida o livro,pois,descobrimos a principal causa do problema: a falta de regulamentação das ocupações,mas como assim?
Inicialmente, temos que recorrer à interpretação de texto, profissão é totalmente diferente de ocupação, tudo começa justamente na questão etimológica,conforme Lisa 1970:
"...existem vários conceitos de profissão, entretanto etimologicamente a palavra “profissão” vem de uma palavra latina “professio”, doverbo “profiteri” que quer dizer confessar, testemunhar, declarar abertamente (SOUSA, s/d). A palavra nasce, deste modo ligada a uma forma de vida que é publicamente assumida e reconhecida. Por exemplo, aos primeiros professores das universidades era-lhes exigido que fizessem uma profissão de fé, numa cerimônia pública, num misto de influências laicas e religiosas simultaneamente (Ibidem). Neste sentido, “profissão” opunha-se ao “ofício”, pois enquanto a primeira assumia um saber reconhecido e professado em público, o segundo estava aliado à ideia de negócio ou trabalho manual (Ibidem). E, portanto, o ofício pode ser visto como “Ocupação habitual, geralmente mecânica, com vista ao lucro, que se distingue das profissões liberais e da produção de artigos básicos” (LISA ENCICLOPÉDIA UNIVERSAL, Op. Cit., p.854).
Ocupação “... é um conceito sintético não natural, artificialmente construído pelos analistas ocupacionais” (MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, 2009, p.6). Isto significa que, uma ocupação precisa ser regulamentada para ser considerada uma profissão.
Mediante toda essa confusão, cada empresa nomeia a ocupação do jeito que o MEC determina no CBO (código brasileiro de ocupações), por exemplo: um analista de contas médicas, apesar de desempenhar as mesmas tarefas, pode ter outras denominações dependendo da organização, assistente, faturista, analista de faturamento, conferente, só para citar algumas e consequentemente os diplomas exigidos, também podem variar, desde superior em economia,contabilidade,administração de empresas, ou seja, no final o pobre analista tem que fazer todos os cursos do mundo para ter uma ocupação, isto ocorre com todos.Enquanto um profissional é reconhecido em qualquer lugar, como um médico,engenheiro,professor,jogador de Futebol,etc.
Mas pasmem, no Brasil existem apenas 63 profissões regulamentadas...
Diante deste cenário,apocalíptico, tanto PF(pessoas física) como PJ(Pessoa jurídica),precisam trabalhar questões relacionadas à resiliência, educação corporativa,empregabilidade,e inserir a pedagogia como técnica para obter o monitoramento da gestão da informação.
Fonte: Livro - A importância da Pedagogia nas Empresas - 201
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terça-feira, 15 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Como ajudar o filho mais velho a não ter ciúmes do bebê
Para que a sua segunda gravidez seja tranquila e o seu filho aguarde com ansiedade assim como você a chegada de um novo bebê, Gestação Bebê tem algumas dicas:
- Não esconda nada do seu filho. Desde o início explique que ele irá ganhar um irmãozinho e responda a todas as suas dúvidas, que serão muitas a partir deste momento.
- Faça com que ele participe deste momento: quando souber o sexo do novo bebê, peça opiniões sobre nomes. Peça ajuda para decorar o quarto e escolher as roupinhas, além do tema do chá de bebê.
- Mostre ao seu filho que precisará da ajuda dele para cuidar do bebê. Na troca de fraldas, peça que ele traga todo o material necessário. Na hora do banho, peça para ele ficar por perto para ajudar na segurança do bebê. Faça-o sentir uma peça fundamental na vida do irmão.
- Explique para o seu filho que nos primeiros meses de vida do novo bebê eles não poderão brincar juntos porque ele ainda será muito pequeno, e que nesse período você terá que dar muita atenção para o bebê, porque ele precisa de muitos cuidados, exatamente como foi quando ele mesmo nasceu.
- Mostre a ele que ele e o irmãozinho serão grandes amigos e terão muito tempo para brincar juntos, mas que será preciso aprender a dividir os brinquedos e o espaço que antes era apenas dele.
- Faça planos. Diga a ele o que vocês farão quando a família estiver maior.
domingo, 6 de novembro de 2016
Jogo do Silêncio ensina Crianças a terem Calma e Concentração
O jogo foi desenvolvido pela pedagoga italiana Maria Montessori, que, no século 20, criou um método educacional conhecido por valorizar a individualidade e a liberdade da criança e estimular suas percepções sensoriais e motoras."O senso comum parece acreditar que uma criança feliz seja necessariamente barulhenta e bagunceira, mas isso não é verdade. Quando convidamos as crianças ao silêncio, elas se sentem muito bem, pois percebem que são capazes de se controlar e de ouvir sons que antes não ouviam, e isso gera prazer."
Assim que o jogo termina, as crianças experimentam uma sensação de bem-estar e relaxamento.
9 exercícios para aliviar as dores da gestação
Meu filho fala palavrão, e agora?
Desestimule sem repreender
Não dê importância ao palavrão
Imponha limites
Ofereça outras alternativas
O QUE FAZER COM CRIANÇAS QUE MORDEM
Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas.
Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos.
Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra.
Se houver uma que costuma morder com mais freqüência, fique próximo dela. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto.
Se quem mordeu tiver mais de 3 anos, chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as conseqüências de sua ação. Não brigue, mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor.
Analise os contextos e a freqüência desse comportamento e investigue as causas.
Nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo.
Ao contrário, procure ajudá-la a mudar de atitude.
Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida, não revele o nome do colega que causou o machucado, mas explique as providências tomadas.
Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com freqüência.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Conselhos da Ezofrênia
Como não está fácil para ninguém,descobri o que algumas empresas estão fazendo para gerar receita e substituir a falta da clientela,estão vendendo para os desempregados,como assim?vou contar uma história, rapidinho, não é para dormir,e sim para acordar.
Ezofrênia, a protagonista de algumas histórias antigas desse blog, ainda está desempregada, opa!, a atualmente a expressão é buscando recolocação no mercado, mas, desta vez as dificuldades também sofreram reformas,enfim(junto,porque é um advérbio de tempo que tem o mesmo sentido de finalmente),o currículo foi selecionado para a vaga de massagista em um Spa,pouco conhecido.
Saltitante,pesquisou no Google maps,fez funilaria e pintura com as maquiagens da 25 de março,ideais para um visual comportado e dentro do orçamento e seguiu para a tão almejada entrevista.
A recrutadora fez algumas perguntas padrão:
-Onde você mora dona Ezofrênia?
-Zona leste.Retrucou a nossa heroína.
-De quantas conduções você precisa para chegar ao trabalho.
-Ônibus e metrô?Continuou.
Após analisar o currículo,prosseguiu:
-Agora vou apresentar a nossa empresa para você.Trabalhamos com a classe A.A.A, e temos vagas para várias unidades,amanhã terei uma reunião com os diretores da empresas,e até o final do dia,dou um retorno,na semana que vem começamos o treinamento com duração de 19 dias.
-Ezofrênia,interrompeu:
-Mesmo que o feedback seja negativo,vocês avisam?
-Claro!
-Vocês fornecem o vale transporte e alimentação durante o treinamento?
-Vou ser bem realista,antigamente nós pagávamos os custos,porém várias pessoas desistiam no último dia e deixavam a empresa na mão,por isso,agora o candidato arca com os custos,mas temos parcerias que garantem o desconto na refeição.
Ezôfrenia pensou por alguns instantes,sobre o porquê de tanta desistência,mas continuou ouvindo atentamente.
-Você também devem assinar um contrato comprometendo-se a trabalhar com a gente durante 6 meses,para que o treinamento não seja em vão.Reforçou a recrutadora.
Após as considerações finais,despediram-se (aposto que você também quer fazer o mesmo )
Ezofrênia lembrou-se da aula de história da 5ª série,sobre a escravidão, ficou desapontada,pois se fosse casada bastava formular um contrato com o marido para o mesmo paga-la para cozinhar,lavar e passar.




















